Texto teatral - A PEŔOLA MAIS PRECIOSA DO MUNDO - 17 Domingo Tempo Comum - Ano A - 30-7-2017



A PÉROLA MAIS PRECIOSA DO MUNDO
17o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 13, 44-52
de Emílio Carlos

NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Tudo bem? Quem quer ouvir uma história? Quem quer levante a mão! Então todo mundo bem quietinho que a história vai começar, tá bom?
Era uma vez um homem que vendia roupas e tecidos no mercado.

(entra o homem com várias roupas e tecidos e passa pelo mercado na esperança de vender algo. O homem entra pela esquerda. No lado esquerdo temos um negociante de roupas em sua barraca. No lado direito temos outro comerciante, que tem apenas uma pérola para vender. A pérola é grande e
bonita).

HOMEM – Tecidos e roupas. Tecidos e roupas. Quem vai querer? Tecidos e roupas.

NARRADOR – O homem gostava de pérolas. E um dia ele encontrou a pérola mais preciosa do mundo.

(o homem chega até a barraca da direita).

NARRADOR – O homem ficou maravilhado. Ele já tinha visto muitas coisas na vida. Mas essa era a pérola mais bonita, mais preciosa do mundo inteiro. Então o homem perguntou ao vendedor:

HOMEM – Quanto custa esta pérola?

NARRADOR – E o vendedor respondeu:

VENDEDOR 1 – Meu bom homem: esta pérola é muito cara. Nem que você vendesse todas essas roupas e tecidos não poderia comprar esta pérola.

HOMEM – Mas eu quero tê-la. Eu quero.

VENDEDOR 1 – Então junte todo o dinheiro que você puder e veremos.

NARRADOR – O homem voltou para trás e foi até a primeira barraca. Ali ele vendeu todos os seus tecidos e roupas.

(o homem dá os tecidos e roupas para o vendedor 2 – da esquerda – e recebe um saquinho de dinheiro. Depois sai de cena).

NARRADOR – Depois disso o homem voltou para casa, pegou o baú onde ele guardava todo seu dinheiro, e vendeu sua casa. Daí o homem voltou para o mercado.

(o homem entra carregando um baú com moedas e tesouros).

HOMEM – Pronto! Vendi tudo que eu tinha para ter a pérola mais preciosa do mundo!

(os atores fazem o que o narrador diz)

NARRADOR – O vendedor ficou muito impressionado com aquilo. E então vendeu a pérola ao homem. O homem pegou a pérola e ficou muito feliz, porque sabia que tinha nas mãos um bem muito precioso: a pérola mais preciosa do mundo!

(os atores saem de cena)

NARRADOR – O Reino de Deus é como essa pérola. Para ter o Reino de Deus precisamos nos esforçar. Precisamos deixar as coisas pequenas, que perto do Reino de Deus não tem valor.
Precisamos deixar de lado nossos pecados, o egoísmo, a falta de amor ao próximo. E fazer todo esforço para conseguir a pérola mais preciosa que é o Reino de Deus.
 
(Música)

F im





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Texto teatral - O JOIO E O TRIGO - 16º Domingo Ano A - 23-7-2017



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O JOIO E O TRIGO
16o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 13, 24-43
de Emílio Carlos

NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Quem quer ouvir uma história? Quem quer ouvir umahistória levante a mão! Levante a mão bem alto! 
Muito bem! Então hoje eu vou contar uma história que Jesus contou. Eu vou contar uma parábola chamada “O joio e o trigo” pra vocês.
Todos preparados? Posso começar? Então todo mundo prestando atenção, hein? Vamos lá!

(entra Jesus, o semeador, com um saco de sementes na mão. A história também pode ser contada
usando desenhos em cartazes).

NARRADOR – Era uma vez um semeador que semeou trigo no campo. Semeou, semeou, e depois foi embora.

(sai Jesus. Entra o mal).

NARRADOR – Mas à noite veio o mal e semeou sementes ruins, de joio. O mal queria estragar a plantação de Jesus. Por isso ele ria enquanto semeava. Quando terminou, o mal foi embora.

(o mal sai)

NARRADOR – Que coisa feia, hein? Veio aqui estragar a plantação? Isso não se faz! Bem: o trigo começou a crescer. E no meio do trigo também cresceu o joio.

(entram 2 pessoas que colocam as plantas já meio crescidas. Sugestão: desenho em cartolina colocado em placa de isopor e com base de isopor para ficar em pé. Algumas placas serão suficientes. É importante que as plantas do joio e do trigo possam ser separadas no final. Para isso elas podem estar espetadas com palitos na base de isopor que fica no chão).

NARRADOR – Ih, olhem só: esse é o trigo! E esse é o joio que o mal semeou. Está tudo misturado. Não dá pra separar. E agora?

(entra Jesus).

NARRADOR – (à Jesus) Devemos tirar o joio?

JESUS – Não. Pode acontecer que ao retirar o joio você arranque o trigo junto.

NARRADOR – E agora? O que faremos?

JESUS – Deixe o joio e o trigo crescerem. Na hora da colheita resolveremos isso. (sai)

NARRADOR – É, Jesus tem razão. É melhor esperar. E assim o tempo passou e passou. O joio e o trigo cresceram até que chegou o momento da colheita.

(Música. 2 anjos entram e fazem a colheita, e depois separam o joio do trigo).

NARRADOR – Olhem: os anjos estão separando o joio do trigo. Estão separando as plantas do mal de um lado e as plantas de Jesus do outro lado.

ANJO 1 – Vamos jogar o joio no fogo.

ANJO 2 – E vamos guardar o trigo.

(saem)NARRADOR – Assim também acontecerá com a gente. Quem é mal será separado de quem é bom.
Quem fizer o mal não vai pro céu – vai lá pra baixo... (aponta para baixo). Mas quem fizer o bem irá para o céu, juntinho de Jesus.
Quem quer ir pro céu levante a mão! Levante a mão mais alto!
Mais alto! Muito bem! Então vamos ser bons – assim Jesus nos levará para o céu. Um viva pra Jesus! Viva Jesus!


F i m



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Texto teatral - Hoje é dia dos Pais




HOJE É DIA DOS PAIS


de Emílio Carlos


JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA – (entr) Oi pessoal!

JOCA – Oooooooi!

CLARINHA – Oooooooi!

JOCA – Oooooooi!

CLARINHA – Oooooooi!

JOCA – Oi Clarinha!

CLARINHA – Oi Joca!

JOCA – Oi papais!

CLARINHA – Oi mamães!

JOCA – Oi vovós!

CLARINHA – Oi titios e titias!

JOCA – Clarinha: você não sabe.

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – Hoje é dia dos… pais!

CLARINHA – Êba!

JOCA – E eu estou com um problema, sabe Clarinha?

CLARINHA – Qual é o problema, Joca?

JOCA – É que eu estou fazendo um cartão para o meu pai, sabe? Mas o que eu vou escrever no cartão?

CLARINHA – Ah, Joca: escreve a primeira coisa que vier à sua cabeça.

JOCA – A primeira coisa que vier à minha cabeça?

CLARINHA – É, Joca. Escreve a primeira coisa que vier na cabeça. Assim, ó: Papai, eu:

JOCA - … quero um x-burguer.

CLARINHA – Um x-burguer, Joca?

JOCA – Você falou a primeira coisa que vier na cabeça. Eu estou com fome, né?

CLARINHA – Joca: deixa eu explicar de novo. É assim: escreva uma coisa bem legal pro seu pai.

JOCA – Mas o que, Clarinha? O que?

CLARINHA – (pensa) Bem… escreve assim, ó: “Papai, muito obrigado por me dar a vida”. Pronto.

JOCA – (pensa) É… eu gostei… mas… o que mais eu poderia escrever, hein?

CLARINHA – Você pode escrever assim, olha: “Papai, muito obrigado por cuidar de mim e da mamãe”. Pronto.

JOCA – Ficou bom isso, hein Clarinha?

CLARINHA – Pois é, Joca.

JOCA – Mas o que mais eu poderia escrever, hein?

CLARINHA – Hum… você poderia escrever… Já sei: “Papai, obrigado por passear comigo!

JOCA – Ah, eu gosto muito de passear com meu pai, Clarinha.

CLARINHA – Eu também gosto de passear com meu pai, Joca.

JOCA – Então, Clarinha: tem outra ideia?

CLARINHA – Pode ser assim, olha: “Papai, você é muito legal!” É isso aí.

JOCA – Eu gostei, Clarinha! Que mais eu poderia dizer pro meu pai?

CLARINHA – Você podia dizer assim, Joca: “Papai, muito obrigado por aceitar a missão que Deus te deu de ser meu pai”.

JOCA – Puxa vida, Clarinha! Eu gostei muito dessa, hein?

CLARINHA – É, Joca: ser pai é uma grande missão que Deus deu e que seu pai aceitou.

JOCA – Mas sabe, Clarinha: eu tenho outro problema agora.

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – É que antes eu não sabia o que escrever no cartão. E agora tem coisa demais pra escrever. Não vai caber tudo no cartão.

CLARINHA – Então resume tudo, Joca.

JOCA – Como que eu vou resumir tudo isso, Clarinha? É muita coisa.

CLARINHA – Tenta resumir, Joca.

JOCA – Eu já sei! Eu já sei o que eu vou escrever!

CLARINHA – Então fala, Joca.

JOCA – Eu vou escrever assim: “Pai: eu te amo!”

CLARINHA – Muito bem, Joca!

JOCA – Vamos todos bater palmas para os pais! Êba!

CLARINHA – Êba!

JOCA – Viva os pais!

CLARINHA – Viva!

JOCA – Viva os pais!

CLARINHA – Viva!

JOCA – Tchau pra vocês!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!

(saem)


Fim





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Texto teatral - O Semeador - para o 15º Domingo Tempo Comum - Ano A



O SEMEADOR
15o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 13, 1-23
de Emílio Carlos


NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Quem quer ouvir uma história levanta a mão! Levanta a mão bem alto! Então eu vou contar uma história que Jesus contou.
Vocês sabiam que Jesus gostavade contar histórias? É, ele gostava. As histórias de Jesus se chamam parábolas.
E essa aqui é a parábola do semeador. Jesus contou essa história para seus discípulos. Então todo mundo bem quietinho que eu vou contar a história.
Era uma vez um homem que saiu de casa para semear.

(entra o semeador com um saco de sementes na mão. As sementes podem ser imaginárias)

NARRADOR – Este é o semeador. E dentro daquele saco tem muitas sementes que ele vai semear.
Olhem só: agora ele está semeando. A semente cai na terra, nasce, cresce e dá frutos. É isso que o semeador espera que aconteça. Legal, né?

(O semeador sai de cena. O narrador vai perto de onde caíram as sementes para explicar).

NARRADOR – Vamos ver o que aconteceu. Olha: essas sementes caíram à beira do caminho.
Então os pássaros vieram e comeram. Essas sementes não vão brotar.

(entram pássaros e comem as sementes. Podem ser atores vestidos de pássaros, fantoches ou pássaros feitos de papel cartão).

NARRADOR – Essas sementes caíram num terreno cheio de pedras, onde não tem muita terra.
Logo as sementes brotaram.

(uma mão por trás da pedra coloca 2 ou 3 plantinhas verdes, que também podem ser feitas de papel
cartão).

NARRADOR – Mas quando o sol saiu…

(uma mão segura o sol de papel cartão).

NARRADOR - ...as plantinhas ficaram queimadas e secaram.

(a mão tira as plantinhas verdes e substitui por plantinhas secas).

NARRADOR – Essas sementes caíram no meio dos espinhos. E os espinhos cresceram sufocando as sementes. Mas essas outras sementes caíram em terra boa e cresceram.

(a mão coloca em cima da terra boa uma plantinha de papel cartão. Depois coloca na frente da plantinha uma planta maior. E depois coloca uma árvore cheio de frutas).

NARRADOR – Essas sementes deram muitos frutos. Os discípulos ficaram muito curiosos. O que Jesus quis dizer com essa história? Daí Jesus explicou:

(entra Jesus e passa pelos vários pontos do cenário explicando a parábola).

JESUS – As sementes são a Palavra de Deus.
(aponta o local das sementes à beira do caminho)
Quando alguém ouve a Palavra de Deus e não entende vem o mal e arranca as palavras do seu coração. Foi o que aconteceu aqui.
(então,aponta as pedras). Há pessoas que ouvem a Palavra com grande alegria. Mas na primeira dificuldade perdem a confiança e a fé seca. Foi o que aconteceu aqui nessas pedras.
(chega perto dos espinhos) Há pessoas que ouvem a Palavra de Deus, entendem e aceitam. Mas aí vem os espinhos – que são o pecado e as ilusões do mundo - e sufocam essas pessoas.
(chega perto da árvore com frutos) E há pessoas que ouvem a Palavra, entendem a Palavra e aí dão frutos. Como essa árvore.
(Jesus sai).

NARRADOR – Nós devemos ser como a terra boa. Assim as Palavras de Deus caem no nosso coração, crescem e dão frutos. Deixe a Palavra de Deus crescer no seu coração!
Deixe Jesus morar no seu coração sempre! E espalhe o bem pelo mundo.

(Música)

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Texto teatral - Dia do Padre




DIA DO PADRE
Datas Especiais – Ano A
De Emílio Carlos


(Entram Joca e Clarinha)

JOCA – Oi, Clarinha!

CLARINHA – Oi, Joca!

JOCA – Oi, pessoal. Mais forte vai: oi, pessoal!!

CLARINHA – Agora melhorou.

JOCA – Você está sabendo da novidade, Clarinha?

CLARINHA – Não. Me conta!

JOCA – O Marquinhos quer ser padre.

CLARINHA – Nossa, que legal!

JOCA – Olha ele lá!

(Entra Marquinhos)

JOCA – E aí, Marquinhos?

MARQUINHOS – Oi, pessoal!

CLARINHA – É verdade que você quer ser padre?

MARQUINHOS – É verdade sim, Clarinha. Eu decidi.

JOCA – Puxa, que legal! Um amigo meu padre! Quando é que vai ser a primeira missa?

MARQUINHOS – Não é assim não, Joca. Primeiro é preciso se preparar, estudar muito a Palavra de Deus.

JOCA – Puxa, pensei que no domingo você já ia celebrar a missa.…

CLARINHA – Ô Joca exagerado, né gente? O Marquinhos nem fez o crisma ainda.

MARQUINHOS – É. Primeiro é preciso receber o sacramento do crisma e depois se preparar muito.

CLARINHA – Mas por que você quer ser padre?

JOCA – É mesmo: por que?

MARQUINHOS – Eu não consigo explicar. Só sei que eu quero ser padre.

JOCA – Interessante isso! Vocês já pensaram por que alguém resolve ser padre?

CLARINHA – Eu não.

JOCA – Então olha: vamos perguntar para o Padre Carlos.

CLARINHA – Olha ele aí!

(Entra Padre Carlos)

PADRE – Bom dia, crianças!

JOCA – A benção, padre!

PADRE – Deus abençoe a todos vocês!

CLARINHA – Padre: o Marquinhos aqui decidiu ser padre.

PADRE – Oh, que bom, Marquinhos! Eu fico muito feliz.

JOCA – Mas padre: por que o senhor resolveu ser padre?

PADRE – Eu senti o chamado de Deus para trabalhar na obra de Jesus.

JOCA – Olha, que bonito isso!

CLARINHA – E pra ser padre é preciso o que?

PADRE – Bom Clarinha: primeiro é preciso vocação.

MARQUINHOS – Como eu vou saber se eu tenho vocação pra ser padre?

PADRE – Com o tempo você vai descobrir, Marquinhos. Deus vai lhe mostrar. Depois é preciso muito amor ao próximo.

CLARINHA – E muita dedicação às pessoas, né Padre?

PADRE – É. Um padre passa a vida se dedicando ao rebanho de Deus, quer dizer, às pessoas da paróquia.

JOCA – É preciso se preparar muito pra ser padre?

PADRE – Precisa sim, Joca. É preciso muito estudo e muita oração. É preciso também que a pessoa entregue sua vida totalmente ao serviço de Deus.

MARQUINHOS – Agora eu tenho certeza: ser padre é o que eu quero ser.

JOCA – Olha, parece bem legal mesmo!

CLARINHA – Mas tem uma coisa que a gente está esquecendo.

JOCA – O que, Clarinha?

CLARINHA – Gente: hoje é dia do padre. Dia dessa pessoa tão especial que dedica sua vida a Deus.

JOCA – Que está aqui todo domingo celebrando a missa, faça chuva ou faça sol…

MARQUINHOS – Que está sempre aqui na paróquia atendendo as pessoas, cuidando da Igreja…

CLARINHA – Dia de quem está sempre rezando por nós e trazendo a Palavra de Deus mais perto de nós.

JOCA – Então, se é dia do padre, não pode passar em branco, pessoal.

CLARINHA – Isso mesmo: vamos cantar parabéns para o nosso padre!

JOCA – Vamos lá!

(Cantam “Parabéns pra você” para o padre da Missa. Depois se despedem).

TODOS – Tchau pessoal! Tchau!

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LIVROS TEATRO NA MISSA COM CRIANÇAS e NA CATEQUESE

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A coleção de livros Teatro na Missa das Crianças traz textos teatrais e jograis para os Anos Litúrgicos A, B e C.
São textos para todos os domingos do Ano e para as Datas Especiais.

Os textos podem ser encenados na Missa das Crianças, na Catequese, em retirinhos, encontrinhos, grupos de oração infantil, etc.

São textos dinâmicos e envolventes que evangelizam as crianças e as famílias.
Os textos teatrais e jograis tem sido encenados no Brasil, EUA, Japão, Filipinas e Austrália sendo bem recebidos pelas crianças.

São textos teatrais que trazem encenações do Evangelho para crianças. Joca e Clarinha, e muitos outros personagens.

Todos os textos da coleção tem a Anuência do Bispo Emérito de Taubaté Dom Carmo João Rhoden, estando de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica Apostólica Romana.

Os textos teatrais fizeram tanto sucesso que estão sendo adaptados para vídeo pela web TV Criança Católica.

A coleção é obra do Apostolado de Evangelização Nossa Senhora de Fátima e do Estúdio Paz e Bem.

Você pode adquirir os livros da seguinte forma:
- livro digital
- ou DVD-rom (com extras)

Você pode adquirir um de cada vez ou o Kit completo.

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Adquirindo esses produtos você ajuda a obra do Apostolado a continuar.

Os livros digitais são enviados por email.
Os DVDs-livros são enviados pelo correio.
O pagamento é feito pelo Pagseguro.




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