Texto teatral para 1º de outubro - OS DOIS FILHOS




OS DOIS FILHOS
26o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 21, 28-32
de Emílio Carlos

NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Hoje eu quero contar uma história pra vocês. Quem quer  ouvir uma história levante a mão! Levante a mão bem alto! Então todo mundo prestando atenção
que eu vou começar, tá bom? Vamos lá.
Era uma vez um agricultor que tinha dois filhos.

(entram o agricultor e seus 2 filhos. Cada um traz uma enxada).

NARRADOR – O agricultor tinha uma plantação. Então chamou o primeiro filho:

AGRICULTOR – Filho! Filho! Venha cá, meu filho. Quero que você trabalhe hoje na plantação.

FILHO 1 – Ah, pai... Mas hoje eu não quero…

AGRICULTOR – Mas eu estou lhe pedindo, filho.

NARRADOR – O filho pensou, pensou e foi trabalhar na plantação.
(o primeiro filho vai com a enxada para o canto esquerdo e começa a trabalhar).

NARRADOR – Então o pai chamou o segundo filho e disse:

AGRICULTOR – Filho! Filho! Venha cá, meu filho. Quero que você trabalhe hoje na plantação.

FILHO 2 – Claro, pai!

AGRICULTOR – Você vai, meu filho?

FILHO 2 – Vou sim, pai.

AGRICULTOR – Que bom!

(o segundo filho vai para a direita. O agricultor começa a trabalhar no meio).

NARRADOR – O segundo filho saiu dali e foi trabalhar. Mas... será que ele foi trabalhar mesmo?

FILHO 2 – Que trabalhar, que nada! Eu vou é descansar!(o segundo filho se senta)

NARRADOR – Que feio, hein? Ele disse ao pai que ia trabalhar e mentiu. Não está trabalhando nada... Qual dos filhos fez a vontade do pai? O primeiro, que está trabalhando – ou o segundo, que
está dormindo?
Exatamente! Quem fez a vontade do pai foi aquele filho ali, que está trabalhando, ajudando o pai.
Nós também devemos fazer a vontade de Deus Pai. Devemos ser bons, obedecer nossos pais, ajudar a quem precisa. Devemos nos comportar e estar sempre no caminho de Deus.
Assim Deus ficará muito feliz conosco, não é mesmo?
Quem quer fazer a vontade de Deus levante a mão! Levante a mão bem alto! Muito bem!
Então agora vamos dizer bem alto: “eu quero fazer a vontade de Deus”. Tá bom? Vou contar até 3 e nós vamos dizer juntos: “eu quero fazer a vontade de Deus”. Vamos lá? Então é 1, é 2, é3: eu quero fazer a vontade de Deus! De novo: eu quero fazer a
vontade de Deus! Muito bem! Tchau pra vocês! Tchau!

F i m


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Texto teatral - OS TRABALHADORES DE ÚLTIMA HORA -




OS TRABALHADORES DE ÚLTIMA HORA
25o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 20, 1-16
de Emílio Carlos

(cenário: lado esquerdo = vinha. Lado direito = praça).

NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Quem quer ouvir uma história, levante a mão! Levante a mão bem alto! Muito bem! Então todo mundo bem quietinho pra ouvir a história, tá bom?
Era uma vez o dono de uma vinha. Logo cedo ele saiu para contratar trabalhadores para sua plantação.

(entra o dono da plantação)

NARRADOR – Ele foi até a praça onde encontrou 2 homens. Então o dono disse:

DONO – Preciso de gente para trabalhar na minha vinha. Pago 1 moeda pelo serviço.

HOMEM 1 – Eu aceito.

HOMEM 2 – Eu aceito.

DONO – Então vamos.(Os 3 vão para a vinha).

NARRADOR – Às nove horas da manhã o dono da vinha saiu de novo e foi à praça. Ele encontrou mais 2 homens desocupados.

DONO – Se quiserem podem ir trabalhar na minha vinha. Eu lhes pagarei o que for justo.

NARRADOR – Os homens aceitaram e foram para a vinha.

(Os homens 3 e 4 vão junto com o dono para a vinha).

NARRADOR – Aconteceu que ao meio-dia o dono da vinha foi novamente à praça e contratou mais gente para trabalhar.

DONO – Vão e trabalhem na minha vinha.

(Os homens 5 e 6 assentem com a cabeça e vão para a vinha junto com o dono.

NARRADOR – Finalmente às 5 horas da tarde o dono da vinha voltou à praça. E viu mais 2 homens na praça.

DONO – Por que vocês estão aí desocupados?

HOMEM 7 – Ninguém nos contratou, senhor.

HOMEM 8 – Foi mesmo.

DONO – Pois então eu os contrato. Vão agora mesmo para a minha vinha.

(Os homens 7 e 8 vão para a vinha).

NARRADOR – E assim, às cinco horas da tarde, os 2 homens foram trabalhar na vinha. Quando chegou o fim do dia o dono da vinha chamou os homens para pagá-los. E disse assim:

DONO – Venham receber o pagamento. Começarei pelos últimos que contratei até chegar aos primeiros.

NARRADOR – Primeiro vieram os homens contratados às 5 horas da tarde. Cada um recebeu 1 moeda. Depois vieram os que foram contratados ao meio-dia e às 9 horas da manhã – e cada um
também recebeu uma moeda de pagamento. Então vieram os primeiros que foram contratados.

HOMEM 1 – Acho que vamos receber mais.

HOMEM 2 – É. Trabalhamos o dia inteiro. Merecemos ganhar mais.

HOMEM 1 – É. Mais do que os que trabalharam só 1 hora.

NARRADOR – Então o dono pagou também 1 moeda a cada um desses homens. Os homens não gostaram – e reclamaram:

HOMEM 1 – Espere aí: nós trabalhamos o dia inteiro.

HOMEM 2 – Esses aí só trabalharam 1 hora e também ganharam 1 moeda?

HOMEM 1 – Eles ganharam mais que nós, que trabalhamos mais.

HOMEM 2 – Isso não é justo!

DONO – Não estou sendo injusto com vocês. Nós combinamos uma moeda pelo trabalho, certo?

HOMEM 1 e HOMEM 2 – Foi.

DONO – Então: eu lhes paguei o combinado. Tomem o que é de vocês e vão embora.

(Os 2 homens saem / o dono sai pelo lado oposto).

NARRADOR – Os homens que foram trabalhar primeiro sabiam que iam receber 1 moeda no final do dia. Os homens que foram trabalhar por último passaram o dia todo aflitos, sem saber se teriam o que comer no fim do dia. Então o dono da vinha foi justo com todos.
Deus também é justo conosco. Quem já segue Deus há mais tempo ,já tem sua recompensa, porque já está no Caminho de Deus. Quem chegou depois sofreu muito porque estava no caminho errado, e só agora conheceu Jesus.
Por isso devemos receber todos os irmãos sempre de braços abertos, sem querer recompensa maior só porque chegamos primeiro no caminho de Deus. Porque bom mesmo é estar no caminho de Deus!

Fim




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Texto teatral - Onde dois estiverem reunidos em Meu Nome - para 10-9-2017




REUNIDOS EM MEU NOME

23o Domingo do Tempo Comum – Ano A

Mateus 18, 15-20


de Emílio Carlos



JOCA – (entra) Oi pessoal!



CLARINHA – (entra) Oi pessoal!



JOCA – Oí, oí, oí!



CLARINHA – Como é que é Joca?



JOCA – É assim, ó Clarinha: oí, oí, oí!



CLARINHA - “Oí”?



JOCA – É: oí. oí, oí, oí!



CLARINHA – Você está animado hoje, Joca.



JOCA – É, Clarinha. Ouvir o Evangelho sempre me deixa animado.



CLARINHA – É verdade, viu Joca? É através do Evangelho que a gente conhece os ensinamentos de Jesus.


JOCA – E a gente conhece a vida de Jesus também.



CLARINHA – É isso mesmo, Joca!



JOCA – Sabe, Clarinha: eu acho bonito quando Jesus diz assim:



JESUS – (voz em off) Onde estiverem reunidos em meu nome lá eu estarei.



CLARINHA – É bonito mesmo, Joca!



JOCA – Já pensou que legal seria?



CLARINHA – O que, Joca?



JOCA – Seria legal a gente se reunir em nome de Jesus.



CLARINHA – Mas Joca: nós estamos aqui reunidos em nome de Jesus.



JOCA – Como assim, Clarinha?



CLARINHA – Lembre-se bem, Joca: o padre começou a missa em nome do Pai…



JOCA - ... que é Deus Pai…



CLARINHA - ... em nome do Filho…



JOCA - ... que é Jesus…



CLARINHA - ...e do Espírito Santo.



JOCA – Então estamos aqui reunidos em nome de Jesus?



CLARINHA – Isso mesmo, Joca.



JESUS – (voz em off) Onde estiverem reunidos em meu nome lá eu estarei.



JOCA – Clarinha: Jesus está aqui!



CLARINHA – Isso mesmo, Joca.



JOCA – Em plena missa?



CLARINHA – Isso mesmo!



JOCA – Puxa vida!



(Música. Sugestão: Deus está aqui, aleluia, tão certo como... na 2a vez cantar “Jesus está aqui”).



JOCA – Puxa! Eu gosto muito da igreja! É tão bom estar aqui!



CLARINHA – É mesmo!



JOCA – Eu amo Jesus!



CLARINHA – Eu também!



JOCA – Quem ama Jesus aí levanta a mão!



CLARINHA – Eu!



JOCA – Levante a mão bem alto!



CLARINHA – Eu!



JOCA – Êba!



CLARINHA – Êba!



JOCA – Tchau pra vocês!



CLARINHA – Tchau!



JOCA – Tchau! (sai)



CLARINHA – Tchau! (sai e Fim)



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