Texto teatral para 28-1 - JESUS NOS LIBERTA COM SEU AMOR




JESUS NOS LIBERTA COM SEU AMOR
4o Domingo do Tempo Comum
Ano B – Marcos 1, 21-28
de Emílio Carlos

(cenário: uma porta)

NARRADOR – Oi. Tudo bem com vocês? Hoje eu vim falar de Jesus pra vocês. Então todo mundo bem quietinho, prestando atenção na história, tá bom? Tá bom? Então vamos lá.
Sabe gente: Jesus nos liberta do pecado, do erro e das coisas más. Jesus nos ama e quer sempre o melhor para nós. Por isso devemos deixar Jesus entrar em nosso coração.
O nosso coração tem uma porta – como esta aqui. E às vezes ela está assim: fechada para Deus.

(Jesus entra. Música. Jesus bate à porta).

NARRADOR – Jesus bate na porta do nosso coração e quer entrar para o nosso bem. Ele vem trazendo o amor de Deus para nós. E o amor de Deus faz a gente feliz.

(Jesus bate de novo)

NARRADOR – Lá dentro, por trás desta porta, tem uma pessoa precisando de Jesus. Muitas vezes a gente precisa de Jesus mesmo sem perceber. Nosso coração precisa de Jesus do mesmo jeito que nós precisamos de ar para respirar.

(Jesus bate de novo. Aparece um homem atrás da porta)

NARRADOR – Vocês acham que o homem deve deixar Jesus entrar? Quem acha que sim levante a mão. Levante a mão bem alto!

(O homem abre a porta. Música).

HOMEM – Pode entrar, Jesus! Seja bem-vindo!

(Jesus passa pela porta e os dois saem. Música).

NARRADOR – Vamos fazer como esse homem. Vamos deixar Jesus entrar em nosso coração.

(Música)

Fim


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Texto teatral para 21-1 - JESUS NOS CHAMA



JESUS NOS CHAMA
3o Domingo do Tempo Comum
Ano B – Marcos 1, 14-20
de Emílio Carlos

NARRADOR – Oi! Tudo bem com vocês? Hoje eu vou contar uma história pra vocês.
Quem quer ouvir uma história levante a mão! Levante a mão bem alto! Muito bem! Então todo mundo bem quietinho pra ouvir a história, tá bom?Tá bom? Então vamos começar.
Sabe quando o dia está meio chato? É chato quando o dia está chato, não é mesmo? Então: era um dia muito chato na vida do Zequinha.

(Zequinha entra cabisbaixo)

NARRADOR – Na escola o Tião tinha brigado com ele. Em casa ele brigou com a irmã e sua mãe lhe chamou a atenção. Gente: o Zequinha estava chateado.

ZEQUINHA – Que vida chata, viu? Droga! (senta-se num degrau)

NARRADOR – Sabe gente: é nessas horas que o nosso coração fica apertado, fechado para Deus. E é nessas horas que o mal se aproveita para se aproximar da gente.

(entra um rapaz estranho com roupas escuras, meio sombrio, pelo lado que Zequinha entrou)

RAPAZ – E daí, menino?

ZEQUINHA – (apático) E daí?

RAPAZ – Vida chata, né?

ZEQUINHA – Muito chata.

NARRADOR – Primeiro erro do Zequinha: falar com gente estranha. Olha só!

RAPAZ – Você é o Zequinha?

ZEQUINHA – Como é que você sabe?

RAPAZ – Eu te vi na praça outro dia.

ZEQUINHA – Ah... Como você se chama?

RAPAZ – Pode me chamar de “Cara”.

ZEQUINHA – Certo, cara.

NARRADOR – Segundo erro: não sabe nem o nome do tal “Cara” e continua conversando com ele.

RAPAZ – Sabe o que você faz? Dá um jeito na sua vida.

ZEQUINHA – Como?

RAPAZ – Como? Não sabe como? Vem comigo que eu te mostro.

ZEQUINHA – Não posso. Minha mãe não vai deixar.

RAPAZ – Esquece sua mãe, Zequinha. Vem comigo.

ZEQUINHA – Não sei…

RAPAZ – Eu tenho a solução para todos os seus problemas.

ZEQUINHA – Tem mesmo?

NARRADOR – Gente: essa conversa está muito esquisita. O Zequinha nem conhece o cara; e o cara diz que tem a solução para todos os problemas do Zequinha? Tá esquisito, hein? Olha lá!

RAPAZ – Eu sei como resolver seus problemas, Zequinha. Vem comigo.

ZEQUINHA – Sabe: eu estava indo à igreja para rezar. Nem sei porque eu parei aqui.

RAPAZ – É o destino, Zequinha. Você tinha que me conhecer. E eu posso mudar a sua vida.

ZEQUINHA – Como?

RAPAZ – Eu vou lhe mostrar um outro caminho, Zequinha. (estende a mão para Zequinha para ajudá-lo a se levantar).

NARRADOR – Zequinha: não vai não ! Esse cara é muito estranho.

(Zequinha não ouve o Narrador)

ZEQUINHA – Mas... (olha para a mão do rapaz) eu ia para a igreja.

NARRADOR – Zequinha: vai pra igreja rezar! Vai pelo caminho de Deus, Zequinha.

RAPAZ – Nada disso. O meu caminho é muito melhor.(um acorde de teclado , ou vocal, com o som “ohhhh” como se fosse um coral de anjos).

ZEQUINHA – Você ouviu isso?

RAPAZ – (disfarçando) Eu não ouvi nada, Zequinha. Vamos embora.

(O rapaz oferece a mão de novo. Outra vez o acorde).

ZEQUINHA – Eu ouvi de novo.

RAPAZ – Ouviu nada, Zequinha.

ZEQUINHA – Ouvi sim!

RAPAZ – Não ouviu.

ZEQUINHA – Ouvi sim. Escuta só.

(novo acorde. Dessa vez aparece Jesus com uma luz forte em cima dele, do lado do caminho da igreja – que é lado contrário ao que o rapaz entrou. Zequinha se levanta e olha para o lado da igreja. Zequinha não vê Jesus)

ZEQUINHA – Eu ouvi mesmo.

RAPAZ – Deixa disso, Zequinha.

(novo acorde. Jesus estende a mão para Zequinha, que se sente atraído para aquele lado.)

ZEQUINHA – Eu preciso ir à igreja rezar.

RAPAZ – Não! Você precisa vir comigo! Venha comigo!

(acorde. Zequinha vai ao encontro de Jesus, sem vê-lo. Jesus põe a mão em seu ombro e os dois saem em direção à igreja).

RAPAZ – Droga! Perdi de novo! Perdi de novo! Menos um no caminho do mal! Droga! (sai por onde entrou)

NARRADOR – Vocês viram isso, gente? Eu sei quem é esse tal “cara”. É o mal! O mal disfarçado queria tirar o Zequinha do caminho de Jesus.

(acorde. Zequinha volta e fica na outra extremidade. Jesus o acompanha. Zequinha se ajoelha no degrau e diz:)

ZEQUINHA – Meu Jesus: estou aqui!

(Jesus sorri. Zequinha permanece em oração).

NARRADOR – Jesus também está nos chamando para seguí-lo: para seguir seus ensinamentos e seu caminho, que é o caminho de Deus. Quem quer seguir Jesus levante a mão! Levante a mão bem
alto! Muito bem!

(música)

F i m


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Texto teatral para 14-1 - O Cordeiro de Deus



O CORDEIRO DE DEUS
2o Domingo do Tempo Comum
Ano B – João1, 35-42
de Emílio Carlos

JOCA – (entra) Oi gente!

CLARINHA – (entra) Oi gente!

JOCA – Oi genteeeeeeeee!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oi genteeeeeeeee!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oi genteeeeeeeee!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Oi genteeeeeeeee!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Oi Clarinhaaaaaaaaaaaaaa!

CLARINHA – Oi Joca.

JOCA – Oi Clarinhaaaaaaaaaaaaaa!

CLARINHA – Chega de oi, vai Joca.

JOCA – Tá bom, chega de oi. Então: olááááááááááááá!

CLARINHA – Oh, não.

JOCA – Oláááááááááááá!

CLARINHA – Tá bom, Joca. Chega de olá, vai.

JOCA – Certo, Clarinha. Então: tudo beeeeeeeem?

CLARINHA – Oh, não.

JOCA – Tudo beeeeeeeeeem!

CLARINHA – Joca: você não tem mais nada pra dizer não, é?

JOCA – Eu tenho: como é bom estar aqui com vocês!

CLARINHA – É mesmo, Joca.

JOCA – Sabe, Clarinha: hoje eu prestei muita atenção no Evangelho.

CLARINHA – Que bom, Joca.

JOCA – E teve uma coisa que me chamou a atenção,

CLARINHA – O que foi, Joca?

JOCA – Foi quando João Batista viu Jesus.

CLARINHA – Ah, essa parte é muito linda.

JOCA – Daí João Batista disse: “eis o cordeiro de Deus”.

CLARINHA – Isso mesmo. Ele viu Jesus e disse “eis o cordeiro de Deus”.

JOCA – E o padre, quando levanta a hóstia consagrada, também diz: “eis o cordeiro de Deus...”

CLARINHA - “...que tira o pecado do mundo”.

JOCA – Isso mesmo, Clarinha.

CLARINHA – Sabe Joca: Jesus veio ao mundo para nos salvar dos pecados e dos erros.

JOCA – Jesus veio para nos mostrar o caminho da salvação.

CLARINHA – Quem acreditar em Jesus será salvo. E um dia irá morar com Jesus lá no céu.

JOCA – Puxa, que legal! Quem acredita em Jesus levante a mão!

CLARINHA – Eu!

JOCA – Levante a mão!

CLARINHA – Eu!

JOCA – Clarinha: já tá todo mundo salvo. Todo mundo acredita em Jesus.

CLARINHA – Não é só isso, Joca! Jesus se sacrificou por nós na cruz. Ele pagou por todos os nossos pecados. Agora precisamos fazer a nossa parte. 

JOCA – Como assim, Clarinha?

CLARINHA – Precisamos fazer tudo que Jesus nos ensinou.

JOCA – Amar a Deus sobre todas as coisas...

CLARINHA – E amar ao próximo como Jesus nos amou.

JOCA – Então se eu amar Jesus com todo meu coração, e se eu fizer o que ele ensinou um dia eu vou pro céu? 

CLARINHA – Claro que vai, Joca.

JOCA – Olha, que legal! Já pensou ficar lá no céu, pertinho de Jesus, pertinho de Nossa Senhora,
 
pertinho de Deus... que legal!

CLARINHA – É legal mesmo, Joca. Por isso vale a pena ser bom aqui na terra.

JOCA – É, gente: vale a pena não fazer coisas erradas, viu?

CLARINHA – É isso mesmo, Joca.

JOCA – Então vamos cantar uma música.

CLARINHA – Vamos!

JOCA – Vamos lá!

(sugestão: “Quero ir pro céu “ ou “O meu lugar é o céu”).

QUERO IR PRO CÉU
Eu quero ir pro céu
morar perto de Deus
pertinho de Jesus
com todos anjos seus
Jesus é meu irmão
Maria é minha mãe
junto aos santos no céu
quero louvar a Deus
Vamos, vamos
vamos morar no céu
Vamos, vamos
vamos louvar à Deus
JOCA – Tchau pra vocês!
CLARINHA – Tchau!
JOCA – Tchau!
CLARINHA – Tchau!
(saem)

Fim



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Texto teatral para 7-1-2018 - AMIGO DE VERDADE - Epifania do Senhor





AMIGO DE VERDADE
Natal - Epifania
Ano B – Mateus 2, 1-12
de Emílio Carlos

NARRADOR – Oi. Tudo bem com vocês? Hoje eu vou contar uma história bem legal pra vocês.
Quem quer ouvir uma história levante a mão? Muito bem! Então todo mundo bem quietinho pra ouvir a história, tá bom? Então vamos lá.
Era uma vez um menino chamado Jeremias. Ele era muito estudioso e muito obediente. Jeremias obedecia sua mãe e gostava de ir à igreja.
(entra Jeremias pela direita com uma mochila nas costas. No cenário temos uma placa escrito “Escola” com uma flecha apontado para o lado esquerdo).

NARRADOR – Um dia Jeremias estava indo para a escola quando se encontrou com Fuinha no meio do caminho.

(entra Fuinha pela esquerda).

FUINHA – E aí Jere? Indo aonde com essa mochila?

JEREMIAS – Eu vou à escola.

FUINHA – Cara: eu tenho uma coisa pra te mostrar que é da hora!

JEREMIAS – Sinto muito, Fuinha, mas eu tenho que ir à escola.

FUINHA – Que isso Jere? É rapidinho.

JEREMIAS – (olha o relógio de pulso) Tá bom. Rapidinho.

(Fuinha sai de cena)

NARRADOR – Ih, gente: o Jeremias já se distraiu com o papo do Fuinha. Ele tem que ir pra escola e não ficar vendo uma coisa “rapidinho”.

FUINHA – (volta) É um... jogo de futebol de botão! Rê, rê.

JEREMIAS – Uau! A coisa que eu mais gosto!

FUINHA – Eu sabia disso! Vamos jogar!

NARRADOR – Espere aí, Jeremias: você não vai para a escola?

JEREMIAS – Xi, é mesmo, Fuinha! Eu tenho que ir pra escola.

FUINHA – Ah!... Mas você não tem mais um minutinho?

JEREMIAS – (consulta o relógio) É... acho que eu tenho sim. (tira a mochila e se senta para jogar)

FUINHA – Legal! (senta também e arruma os botões)

NARRADOR – Ei, Fuinha: você também tem que ir à escola.

FUINHA – Eu não preciso mais.

JEREMIAS – Não precisa?

FUINHA – Não. A professora me dispensou. Disse que eu já passei de ano. Tô tranquilo, rê.

NARRADOR – (ao público) Isso é mentira, gente. O Fuinha vai é repetir de ano desse jeito.

FUINHA – Vamos jogar, tá?

NARRADOR – Jeremias: olha a prova de matemática.

JEREMIAS – Nossa, é mesmo! Eu tenho prova de matemática hoje!

FUINHA – Ah, daqui a pouquinho você vai. Fica aí.

NARRADOR – Gente: o Jeremias está indo na conversa do Fuinha. Daqui a pouco o portão da escola fecha e ele vai perder a prova. Vai tirar zero.

JEREMIAS – (joga) Que legal!

FUINHA – (ao público) É legal mesmo. Ele caiu na minha conversa.

NARRADOR – (ao público) Olha só! O Fuinha quer que o Jeremias não vá à escola. Que maldade!
(ao Jeremias) Jeremias: olha o relógio! Gente: ele não escuta. Está hipnotizado pelo jogo.
Vamos falar todos juntos “Jeremias, olha o relógio” pra ele? Vamos? Então no 3, tá bom?
É um, é dois, é três: Jeremias, olha o relógio. De novo: Jeremias, olha o relógio.

JEREMIAS – (olha o relógio) Minha nossa! Eu estou atrasado! O portão da escola vai fechar. Tchau! (sai correndo)

FUINHA – Ei Jere! Espere aí! Espere!... Ah, que droga! Eu queria que ele repetisse de ano junto comigo, viu? Que droga! (sai)

NARRADOR – Vocês viram? O Fuinha estava enganando o Jeremias.
Muitas vezes o mal se faz de amigo da gente. Se aproxima de nós querendo nos levar para o caminho errado.
Nós precisamos estar sempre no caminho do bem, que é o caminho de Deus. Esse é o caminho que Jesus nos ensinou.
O mal sempre está por perto. Então é preciso ter cuidado.
No Evangelho de hoje o malvado rei Herodes queria enganar os reis magos. O rei Herodes disse que queria adorar o menino Jesus – mas na verdade queria matá-lo. Mas Deus avisou os reis magos num sonho. Eles ouviram o aviso de Deus e não contaram à Herodes onde estava o menino Jesus.
Jesus está sempre perto de nós. Ele é o amigo de verdade que quer sempre o nosso bem. Vamos seguir com Jesus pelo caminho do bem, pelo caminho de Deus.
Porque Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai a Deus senão por mim”.
Então vamos rezar todo mundo junto? Vamos? Eu falo e vocês repetem, tá bom? Então vamos lá:
Senhor Jesus
muito obrigado
por cuidar
sempre de mim.
Fique comigo
agora e sempre
Amém!
Muito bem! Tchau pra vocês! Tchau! Tchau!
Fim


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Texto teatral para 31-12-2017 - A SAGRADA FAMÍLIA




A SAGRADA FAMÍLIA
Natal
Ano B – Lucas 2, 22-40
de Emílio Carlos


JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA – (entra) Oi pessoal!

JOCA – Oííííííííííííííi!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oííííííííííííííi!

CLARINHA – Oi!

JOCA – Oííííííííííííííi!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Oííííííííííííííi!

CLARINHA – Joca!

JOCA – O que foi, Clarinha.

CLARINHA – Tá bom de oí já.

JOCA – Certeza, Clarinha?

CLARINHA – Certeza, Joca.

JOCA – Então tá: oooooooooooooooooooooooooi!

CLARINHA – Joca.

JOCA – Ooooooooooooooi!

CLARINHA – Joca: você não cansa de falar oi?

JOCA – Eu não falei oi. Eu falei oííííííííííí e ooooooooooi.

CLARINHA – Tá bom, vai Joca. Vamos mudar de assunto?

JOCA – Vamos. Eu tenho uma novidade pra contar pra você. E pra todo mundo aqui também.

CLARINHA – (animada) Então conta, Joca.

JOCA – Minha mãe ganhou um quadro da Sagrada Família. É tão bonito!

CLARINHA – É lindo mesmo, Joca.

JOCA – Eu fiquei um tempão olhando o quadro e imaginando a família de Jesus. Já pensou?

CLARINHA – A mãe, o pai e o filho.

JOCA – Sim, mas olha só: o pai aqui na terra é São José. A mãe é Nossa Senhora. E o filho, puxa
vida, é o Menino Jesus!

CLARINHA – E o Pai no céu é Deus.

JOCA – Clarinha: você já pensou uma família assim? Uma família abençoada por Deus! É
maravilhoso!

CLARINHA – É verdade, Joca. Mas sabe: todas as famílias são abençoadas por Deus.

JOCA – É mesmo?

CLARINHA – Deus tem um carinho muito especial pelas famílias. Pelos pais, pelas mães, pelos
filhos e filhas...

JOCA – Que legal!

CLARINHA – Deus também gosta dos avós, tios e tias, madrinhas e padrinhos, e todos que ajudam
a criar os filhos.

JOCA – Puxa vida!

CLARINHA – E tem mais, Joca: nós todos somos uma grande família. Todos nós somos a família
de Deus. E ele nos quer sempre unidos...

JOCA - ...sempre juntos em oração...

CLARINHA - ...sempre se amando...

JOCA - ...e se respeitando muito.

CLARINHA – É isso mesmo, Joca. As famílias são abençoadas por Deus. Não importa o seu
tamanho nem o seu formato. Importa ser uma família.

JOCA – Sabe o que eu desejo agora, Clarinha?

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – Que a Sagrada Família olhe sempre por todas as famílias do mundo!

CLARINHA – Êba!

JOCA – Então vamos todos juntos dizer assim: Jesus, Maria e José, a nossa família vossa é.

CLARINHA – Como é que é, Joca?

JOCA – Assim, ó Clarinha: Jesus, Maria e José, a nossa família vossa é.

CLARINHA – Vamos lá! Todo mundo junto!

JOCA e CLARINHA - Jesus, Maria e José, a nossa família vossa é.

JOCA – De novo, bem alto!

JOCA e CLARINHA - Jesus, Maria e José, a nossa família vossa é.

CLARINHA – Muito bem!

JOCA – Ei, Clarinha: eu tive uma ideia.

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – Na hora em que cada um voltar pro seu lugar dê um abraço bem forte na sua família

CLARINHA – Isso mesmo! Bem forte!

JOCA – Se a sua família estiver em casa dê um abraço bem forte neles quando você voltar da
Missa, tá bom?

CLARINHA – Êba!

JOCA – Então tchau pra vocês!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!

(música. Eles saem)

Fim


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Texto teatral - UMA FESTA PARA O MENINO JESUS



UMA FESTA PARA O MENINO JESUS
Natal – Ano B
de Emílio Carlos

JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA – (entra) Oi pessoal!

JOCA – Eu disse: oi pessoal!

CLARINHA – Oi pessoal!

JOCA – Gente: é Natal!

CLARINHA – É Natal!

JOCA – Que legal!

CLARINHA – O Natal é minha época preferida do ano.

JOCA – A minha também! A gente ganha presentes e mais presentes.

CLARINHA – É verdade.

JOCA – Um monte de presentes.

CLARINHA – Joca!

JOCA – Uma montanha de presentes.

CLARINHA – Você ganha uma montanha de presentes, Joca?

JOCA – Não, mas seria legal, né?

CLARINHA – É, Joca. Mas o Natal não são só os presentes não.

JOCA – Eu sei: tem um monte de comidas gostosas também.

CLARINHA – É verdade, Joca. Mas não é só isso.

JOCA – Não é, Clarinha?

CLARINHA – Não, Joca. O Natal é muito mais que só presentes e comidas.

JOCA – O que você está tentando dizer, Clarinha?

CLARINHA – É que no Natal Jesus nasceu.

JOCA – Jesus nasceu no Natal?

CLARINHA – É, Joca.

JOCA – Você tem certeza disso?

CLARINHA – Claro que tenho, Joca. Jesus nasceu no Natal.

JOCA – Ah, não!

CLARINHA – O que foi, Joca?

JOCA – Ah, não!

CLARINHA - O que aconteceu, Joca?

JOCA – Eu não tinha percebido ainda.

CLARINHA – O que, Joca?

JOCA – Se Jesus nasceu no Natal então... o Natal é o aniversário de Jesus.

CLARINHA – É isso mesmo, Joca.

JOCA – Clarinha: isso muda tudo.

CLARINHA – Como assim, Joca?

JOCA – A gente fica aqui ganhando presentes no Natal... mas e os presentes de Jesus?

CLARINHA – É mesmo!

JOCA – Quem faz aniversário ganha presente. E os presentes de Jesus?

CLARINHA - Eu não tinha pensado nisso, Joca.

JOCA – Nem eu. Mas agora eu pensei.

CLARINHA – Temos que resolver isso, Joca!

JOCA – Eu também acho.

CLARINHA – Olha: nesse Natal vamos fazer diferente: vamos dar presentes ao Menino Jesus!

JOCA – Êba! Boa ideia!

CLARINHA – Boa ideia!

JOCA – Mas Clarinha: o que nós vamos dar de presente pra Jesus?

CLARINHA – Bem: pra começar vamos montar um presépio bem bonito em casa.

JOCA – Quem não tiver presépio pode montar um fazendo desenhos e colando em caixas. Daí é só
recortar e montar o presépio.

CLARINHA – Boa ideia. E também vamos nos comportar muito.

JOCA – Porque Jesus gosta de bom comportamento.

CLARINHA – E tem mais, Joca: na noite de Natal a gente vai à Missa!

JOCA – E no dia de Natal também!

CLARINHA – O que mais podemos fazer?

JOCA – Já sei: podemos dar presentes às crianças pobres. E alegrá-las porque Jesus nasceu.

CLARINHA – Puxa, gostei disso, viu?

JOCA – Quantos presentes para o Menino Jesus, hein? Será que faltou alguma coisa?

CLARINHA – Só faltou uma: antes da ceia de Natal vamos rezar ao Menino Jesus por todas as
famílias do mundo!

JOCA – Puxa, que legal! Será que Jesus vai ficar feliz?

CLARINHA – Claro que sim, Joca.

JOCA – Então...

OS DOIS - ...feliz Natal! E feliz aniversário, Menino Jesus!

JOCA – Êba!

CLARINHA – Êba!

JOCA – Tchau pra vocês!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!

(música de Natal)

Fim


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